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| Vasco Franco, secretário de Estado da Protecção Civil, esteve em Fafe, onde assistiu, no novo auditório da câmara, à assinatura de protocolos no âmbito da “Operacionalização dos Kits de 1ª Intervenção e Rescaldo”, entre o município e as freguesias, bem como do protocolo de “Instalação de Viveiros Florestais”, entre o município e os agrupamentos escolares e instituições sem fins lucrativos. |
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Após a cerimónia de assinatura os respectivos protocolos, o presidente da autarquia, José Ribeiro, depois de agradecer a presença do secretário de Estado e outras entidades, lembrou a importância destes protocolos “na construção do ‘edifício’ da protecção Civil no concelho. Este é um dos concelhos onde os fogos mais têm influência, apesar de estar bem apetrechados”, lembrou. José Ribeiro avançou que o município cumpre todas as exigências da lei. "Temos efectuado um grande esforço financeiro, desde a construção de caminhos, pontos de água. Estamos organizados para as mais variadas situações, pois também temos investido na formação e a linha de comando está bem definida. Agradeço também à juventude pela participação pois estão disponíveis a trabalhar em voluntariado no âmbito da Instalação de Viveiros Florestais que irão cuidar nas respectivas escolas” – disse o Presidente da Câmara. Por último, José Ribeiro solicitou ao secretário de Estado que apoiasse mais os Bombeiros com dinheiros do poder central e a criação de condições para que os municípios possam renumerar quem trabalhe nesta área sempre que se justifique.
Vasco Franco endereçou os parabéns à autarquia “pelo plano apresentado e que já é da última geração. Fafe sempre esteve na linha da frente, nomeadamente foi dos primeiros concelhos do país a formar a Polícia Municipal. É preciso ter uma visão integrada e bem planeada onde todos os agentes se entendam. Fafe é um exemplo no plano que tem a funcionar", disse. Por outro lado, e em resposta às questões levantadas pelo presidente da câmara, Vasco Franco considerou que “não é bem verdade que o Governo Central não apoia os Bombeiros. Está em curso um concurso público, no valor de 13 milhões de euros, para aquisição de várias dezenas de viaturas para os bombeiros voluntários e as câmaras municipais vão poder candidatar-se aos fundos comunitários para modernizarem os equipamentos afectos à protecção civil. As mudanças em curso prevêem que os apoios financeiros destinados às autarquias gerem um investimento de 250 milhões de euros na área da protecção civil municipal.” No entanto os municípios vão continuar impedidos de efectuar pagamentos a agentes que façam prevenção e combate aos mais diversos tipos de sinistros ou catástrofes, se o trabalho não for exercido no âmbito de uma corporação de bombeiros profissionais.
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